A digitalização do setor (e do mercado) foi uma das razões apontadas pelo Millennium bcp para o fecho da sucursal de Vieira do Minho no passado dia 30 de setembro.

Em comunicado enviado à redação da RAA, o Millennium bcp aponta o “ajustamento dos modelos de desenvolvimento económico“, a “adaptação às condições atuais regulatórias e de mercado“, “a transformação digital” e os “princípios de racionalidade económicacomo algumas razões que motivaram o reordenamento das sucursais.

Os últimos anos têm sido caracterizados pelo ajustamento dos modelos de desenvolvimento económico na Banca, procurando por um lado uma maior adaptação às condições atuais regulatórias e de mercado, e por outro a toda a transformação digital imprimida pela generalidade dos setores de atividade em resposta a necessidades acrescidas dos consumidores, que atualmente não prescindem da conveniência e disponibilidade conferidas pelas plataformas digitais, dinâmica que a pandemia veio acelerar de uma forma irreversível“, pode ler-se no comunicado.

Segundo a instituição bancária, estes “novos hábitos” terão obrigado o banco a reestruturar o seu modelo de negócio, embora de forma “profundamente ponderada e assente em princípios de racionalidade económica“, e “garantindo o modelo mais equilibrado entre a prestação do serviço aos Clientes e o modelo mais ajustado à nossa presença nas diversas localidades“, ressalvam.

O Millennium bcp garante que vai continuar a garantir “a todo o momento uma prestação de serviços de elevada qualidade a todos os Clientes, quer através da nossa Rede de Sucursais mais próximas, quer através de todos os canais remotos que temos hoje disponíveis, certos de que continuaremos a fazer por merecer toda a confiança dos nossos Clientes“.

Lembrar que a sucursal Millennium bcp de Vieira do Minho encerrou no dia 30 de setembro, sendo que a partir dessa data, todos os clientes vieirenses passaram a ser acompanhados na Póvoa de Lanhoso, a sensivelmente 18km.