O Largo Professor Brás da Mota, localizado em pleno coração da vila de Vieira do Minho, amanheceu este domingo num cenário “de profunda imundície, vandalismo e odores nauseabundos“, gerando forte indignação na comunidade local.

O alerta foi dado pelo ativista ambiental Carlos Manuel Dobreira, que deparou com uma grande quantidade de resíduos dispersos por toda a zona de estacionamento do largo. O cenário terá sido o resultado do vandalismo perpetrado contra um caixote do lixo ali instalado.

Entre os detritos espalhados pelo chão encontravam-se garrafas e latas de cerveja, embalagens de fast food e restos de comida, maços e beatas de cigarro, garrafas de plástico e líquidos derramados e uma fralda.

De acordo com o ativista, a acumulação destes resíduos a céu aberto fez-se acompanhar de cheiros persistentes e insuportáveis, prejudicando a imagem urbana e a saúde pública no centro da vila.

Classificado como um ato “chocante” e revelador de uma grave “falta de civismo e de educação ambiental“, o caso foi formalmente comunicado à Guarda Nacional Republicana (GNR).

Carlos Manuel Dobreira é um ativista ambiental e climático, praticante da modalidade de plogging (combinação de corrida ou caminhada com a recolha de lixo). O seu trabalho em prol do ambiente valeu-lhe recentemente a distinção de Personalidade do Ano – Prémio Cidade + 2025, atribuído pela Associação Limpeza Urbana.