O Partido Socialista de Vieira do Minho defende que a carta que enviaram aos moradores do Bairro Habitacional Nossa Senhora da Fé teve como objetivo informar as mesmas sobre o sentido de voto do partido no que concerne à proposta de aumento da renda mínima aprovada em Reunião de Câmara.

Em comunicado, e em resposta ao comunicado do PSD divulgado ontem, os socialistas referem não entender o porquê do PSD classificar a referida carta como algo “vergonhoso”, pois trata-se de “democracia e transparência na governação”. “Vergonhoso é esconder nos gabinetes as decisões votadas”, refere o PS, no mesmo comunicado.

[Pedro Pires, presidente do PS de Vieira do Minho]

É da “responsabilidade dos eleitos prestar contas” à população, sublinham os socialistas, acrescentando que “um documento votado em reunião de Câmara é público”.

O PS termina o seu comunicado respondendo a uma das questões colocadas pelo PSD: «A inflação não afeta todos os agregados?». O PS diz concordar que, de facto, a inflação afeta todas as famílias, “daí que o PS propôs à Câmara isentar temporariamente os vieirenses da tarifa fixa da água, saneamento e lixo”, proposta que foi chumbada, “aumentando, para o ano de 2023, o preço” das referidas tarifas.