A Comissão Política Concelhia do CDS-PP veio, em comunicado, esclarecer algumas questões levantadas, usando o seu nome, na última reunião da Assembleia Municipal, realizada a 30 de junho, a respeito do acesso dos vieirenses ao gás natural.
O CDS começa por explicar que o seu nome surgiu de forma “despropositada” na discussão em causa, “de forma abusiva e desprovida de contexto“.
O CDS clarifica que, na sessão da Assembleia Municipal, um dos membros da bancada do Partido Socialista, solicitou esclarecimentos ao presidente da Câmara Municipal sobre questões relacionadas com a instalação do gás natural na vila de Vieira do Minho.
Em resposta, diz o CDS-PP, “o Sr. Presidente da Câmara Municipal mencionou que tal intervenção foi influenciada pelo descontentamento de “uma amiga do CDS”, pelo facto de não beneficiar da distribuição do gás natural, apelidando os moradores, da mesma rua, que querem gás e não têm, de “preguiçosos”, por não terem manifestado a sua vontade junto da empresa“.
O CDS afirma, no mesmo comunicado, que o presidente da Câmara, “que por diversas vezes referiu a instalação do gás natural como um processo decorrente da sua capacidade de negociação e proatividade, não pode agora dizer que é, apenas, um “facilitador” desse mesmo processo, de forma a “sacudir” qualquer responsabilidade por naturais descontentamentos existentes“.
Para o CDS, o que se deseja é que, “sendo maioritariamente consensual que a distribuição do gás natural traz benefícios para os munícipes, essa mesma instalação e distribuição seja acessível a quem o pretenda, nos mesmos termos que os que já o têm“.
Como tal, o CDS reforça, no mesmo comunicado, que sempre entendeu, que todos os munícipes devem ter as mesmas oportunidades e benefícios, distribuídos de acordo com o princípio da igualdade e equidade e total transparência.
O CDS reitera ainda que, “confrontado, em plena reunião, com documento que comprova o contrário do que afirmou, [o presidente da Câmara] não se retratou dos insultos que dirigiu aos munícipes“.