Chama-se ‘No Final’ e é o single de estreia de Mariana Dalot

Mariana Dalot, cantautora bracarense e com raízes familiares em Vieira do Minho, lançou, esta sexta-feira, o seu primeiro single com o nome de “No Final”. Esta é apenas uma amostra do disco de estreia que sai ainda este ano, com produção de Rui Pedro “Pity” Vaz, The Black Mamba.

“No Final” é uma canção composta e escrita pela própria Mariana Dalot “no início de 2019” quando estava num avião, a regressar de Manchester após uma visita ao irmão. “Escrevi-a como uma carta a mim própria, como uma forma de me relembrar que, às vezes, quando as coisas não correm bem ou quando a vida parece toda do avesso, há sempre qualquer coisa ao final do dia que nos faz continuar em frente. Como muitas das vezes, nem sabemos bem o que é essa tal coisa, parece magia“, explica a artista, acrescentando que “A música ‘No Final’ é sobre essa esperança de continuar a viver, a lutar pelo que queremos e, quando não houver forças, agarrarmo-nos às pessoas que nos seguram”.

O videoclipe da música “No Final” traz consigo as belíssimas paisagens de Vieira do Minho, tendo sido, em parte, gravado na Barragem do Ermal.

Quem é Mariana Dalot?

A música aparece cedo na vida de Mariana Dalot. O seu percurso escolar passou pelo Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Braga, no secundário tirou o curso de Formação Musical, completou o 5.º grau de piano, teve aulas de canto a partir do 10.º ano e de flauta transversal durante 3 anos. Mais tarde, entre 2014 e 2015, fez ainda um ano do curso de canto no Conservatório Superior de Gaia.

Ainda em 2015 mudou-se para Londres, onde tirou o curso superior de Popular Music Performance – Vocals na British and Irish Modern Music Institute.

E é aqui, em Londres, que Mariana tem o seu primeiro contacto direto com todos os estilos musicais fora do Clássico e onde toca pela primeira vez com uma banda em palco.

Em 2018 regressou a Portugal, estabeleceu-se em Lisboa e começou a compor em português as suas primeiras canções.

Mariana Dalot confessa que nunca pensou em ser cantora, “mas sabia que adorava cantar“. Cresceu a ouvir música clássica e artistas Pop americanos e sempre quis viver lá fora, mas foi quando se muda para Londres que, curiosamente, ganhou mais gosto por Portugal e pela cultura portuguesa. E foi quando começou a ouvir mais artistas portugueses, que decidiu também que fazia sentido começar a escrever e a cantar em português.

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