A Direção-Geral da Saúde (DGS) atualizou a norma da campanha de vacinação contra a Covid-19, que não prevê, por agora, uma dose de reforço para as crianças.

A DGS, na sua mais recente norma, explica que a inoculação da dose de reforço será feita “faseadamente, a grupos prioritários, até que toda a população elegível esteja vacinada“.

É, então, recomenda a dose de reforço a profissionais, residentes e utentes em lares ou instituições similares, profissionais de serviços de saúde (públicos e privados) e outros serviços prestadores de cuidados e bombeiros envolvidos no transporte de doentes.

De seguida, é vez para as pessoas com 40 ou mais anos de idade, serem inoculadas com a dose de reforço, por faixas etárias decrescentes e as pessoas entre os 18 e os 39 anos de idade, com “patologias de risco acrescido” (exemplos: transplantação, imunossupressão, doenças neurológicas, perturbações do desenvolvimento, doenças mentais, doença hepática crónica, diabetes ou obesidade, doença cardiovascular ou doença renal ou pulmonar crónica).

Numa fase posterior, estão ainda abrangidas pelas doses de reforço as pessoas com idade igual ou superior a 18 anos com esquema vacinal primário com a vacina da Janssen e pessoas entre os 18 e os 39 anos de idade, por faixas etárias decrescentes.