Daniel Pereira Cristo vem ‘Dar Corda à Casa’ dia 30 de janeiro, em Guimarães

Após ‘Dar Corda à Casa’ com um conjunto de encontros de tocata informais a realizar nos dias 18, 20, 24 e 27 de janeiro, o músico Daniel Pereira Cristo vai protagonizar, no dia 30 de janeiro, pelas 16h, uma apresentação pública final, na Casa da Memória de Guimarães.

Com acesso gratuito, será partilhada com o público na esperança de fazer renascer na cidade a paixão pela nossa música tradicional e, em particular, pelos cordofones tradicionais. Este projeto promove assim a continuidade de um processo de investigação sonora no território iniciado em 2021 pel’A Oficina num trabalho conjunto com este mesmo artista.

A Casa da Memória de Guimarães é por estes dias, segundo a A Oficina, “palco de uma dedicação e exploração intrínseca das nossas raízes musicais e instrumentais num percurso conduzido pelas mãos de Daniel Pereira Cristo“. No último domingo do mês (30 de janeiro), decorrem – entre a continuidade dos ensaios dos participantes e a apresentação da tocata entretanto criada – tertúlias em torno da construção de cordofones e da atividade violeira com grande tradição em Guimarães e que, entretanto, “se perdeu por completo“.

Os músicos profissionais e amadores que aceitam o convite de Daniel Pereira Cristo, encontram-se às 18h de 18, 20, 24 e 27 de janeiro na Casa da Memória para construir uma pequena tocata a ser partilhada com o público, “instigando em Guimarães o renascer da paixão pela nossa música tradicional, nomeadamente pelos cordofones“.

Tanto a participação na ‘Criação de uma Tocata’ como o acesso à apresentação final consumada no ‘Dia das Cordas’ são gratuitos (com lotação limitada) mediante inscrição prévia através do e-mail mediacaocultural@aoficina.pt ou do telefone 253424716.

Quem é Daniel Pereira Cristo?

Daniel Pereira Cristo  é músico, cantautor e multi-instrumentista, tendo dedicado toda a sua vida à música tradicional portuguesa e aos seus instrumentos, com particular enfoque nos cordofones, nutrindo natural gosto em partilhar os conhecimentos que foi adquirindo nas peculiaridades das técnicas, cordas ou manutenção dos instrumentos.

Regista assim uma vida inteira dedicada aos sons, concertos por Portugal e pelo mundo com as bandas por onde passou, e uma forte paixão pela música de raiz, com foco na vertente instrumental, o que leva também à possibilidade e gosto de criar bandas sonoras para filmes ou documentários.

Após realizar colaborações com diversos projetos e artistas, lançou-se em nome próprio com o álbum “Cavaquinho Cantado” (2017), vencedor do Prémio Carlos Paredes 2018. Deu-se a conhecer ao público a partir deste primeiro trabalho discográfico e não tem deixado ninguém indiferente ao rigor e novidade nas suas sonoridades, que partem das raízes mas que apontam à world music de forma fresca e libertadora e que já o fizeram viajar por diversos festivais e eventos musicais, bem como participações televisivas nacionais e também na vizinha região galega.

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