O Partido Socialista conseguiu atingir 41,68% dos votos nestas eleições legislativas, elegendo assim 117 deputados e conseguindo atingir a tão pedida maioria absoluta de António Costa.

O PS ficou conquistou 19 dos 20 círculos eleitorais do território nacional. Esta é a segunda maioria absoluta da história do partido, depois da maioria absoluta de José Sócrates em 2005, com 45% dos votos e 121 deputados eleitos.

A nível nacional, o PSD mantem-se como segunda força política, com 27,80%, e elegeu 71 deputados. Muito embora o PSD tenha subido a percentagem de votos em relação às legislativas de 2019 (27,76%), baixou em relação à representação parlamentar, elegendo apenas 76 deputados quando antes teve 79 deputados.

O Chega estabeleceu-se como terceira força política no país, conseguindo 7.15% dos votos e elegendo 12 deputados. O Iniciativa Liberal, que ao início da noite eleitoral, era apontado como um possível competidor para o terceiro lugar nas votações, alcançou 4.98% dos votos e 8 deputados eleitos.

BE e CDU ficaram aquém das suas expectativas, com o Bloco a perder 14 dos seus deputados na AR, e a CDU 6 deputados.

O CDS-PP foi o grande “perdedor” desta noite eleitoral, ao não conseguir eleger nenhum deputado para o Parlamento. Esta é a primeira vez desde o 25 de abril de 1974, que não conseguem ter representação Parlamentar. Com 1.61% dos votos, O CDS perde os cinco deputados conquistados nas últimas legislativas. Rodrigues dos Santos assumiu responsabilidade do resultado e demitiu-se da liderança do partido.