Greve das empresas rodoviárias privadas

Os trabalhadores das empresas rodoviárias privadas estão hoje em greve e têm outra paralisação marcada para 1 de outubro em protesto por melhores salários, numa iniciativa que abrangerá mais de 90 empresas em todo o país.

Em declarações à Lusa, José Manuel Oliveira, coordenador da Federação dos Sindicatos de Transportes e Comunicações (Fectrans) explicou que este setor emprega mais de cinco mil trabalhadores e que a decisão de convocar a greve foi tomada depois de uma tentativa falhada de chegar a acordo com a Associação Nacional de Transportes de Passageiros

De acordo com um comunicado publicado pela Federação no dia 13 de setembro, as reivindicações dos trabalhadores incluem “o aumento imediato do salário base do motorista para 750 euros” e uma atualização na mesma percentagem para “o salário dos demais trabalhadores”.

Segundo o site de notícias ‘O Minho’, Adriano Martins, que lidera o piquete de Braga, disse que algumas escolas não abriram na região de Braga por não haver autocarros para transportar todos os alunos. Ao que a Rádio Alto Ave conseguiu apurar, até agora, esta greve não causou perturbações no funcionamento das escolas em Vieira do Minho.

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