Os vieirenses Pedro Pires e Vânia Cruz foram eleitos, este fim de semana, como membros efetivos da Comissão Nacional do Partido Socialista (PS) para o mandato 2024-2026. A eleição decorreu no 24.º Congresso do PS que se realizou nos dias 5, 6 e 7 de janeiro, em Lisboa.
A lista única apresentada resultou de um acordo entre o secretário-geral, Pedro Nuno Santos, José Luís Carneiro e Daniel Adrião e obteve 90,78% dos votos.
Foram 14 os militantes do distrito de Braga indicados por José Luís Carneiro para o órgão máximo do partido, que conta com 258 elementos e é presidido por Carlos César, presidente do PS, reconduzido no cargo também neste congresso.
Por Braga, José Luís Carneiro indicou para esta lista de consenso Pedro Costa (Amares), Diogo Valadas Ponte (Barcelos), Palmira Maciel (Braga), Carla Lousada (Cabeceiras de Basto), Eugénio Carvalho (Celorico de Basto), Pompeu Martins (Fafe), Adelina Paula Pinto (Guimarães), Pedro Pires (Vieira do Minho), Paulo Folhadela (Famalicão), Carmo Faria (Vila Verde), António Miguel (Famalicão), Rui Dória (Braga), Antero Barbosa (Fafe) e Vânia Cruz (Vieira do Minho).
Como suplentes foram ainda indicados André Castro (Vizela), Joana Barbosa (Cabeceiras de Basto), Marta Ferreira (Braga), Manuel Silva (Guimarães), Manuela Jordão (Fafe), José Miguel Silva (Braga), Anabela Alves (Terras de Bouro), Anabela Real (Barcelos), Ânia Peixoto (Esposende), Joaquim Mota (Vila Verde), Maria Augusta Santos (Famalicão), Márcia Nunes (Famalicão) e Hugo Magalhães (Cabeceiras de Basto).
Também para a lista da Comissão Nacional de Jurisdição, José Luís Carneiro indicou António Reis, de Barcelos.
O congresso do PS decorreu em Lisboa, nos dias 5, 6 e 7 de janeiro. A intervenção final de Pedro Nuno Santos na reunião magna dos socialistas começou por ser marcada por um elogio a António Costa, “que não se limitou a virar a página da austeridade, mas a escrever um capítulo inteiro, recheado de avanços, para a história da nossa democracia”, lembrando que o testemunho que recebeu do Secretário-Geral cessante, com quem trocou um caloroso cumprimento, responsabiliza-o, a partir de agora, a “escrever o novo capítulo da governação socialista”.
“Agora é a nossa vez”, disse Pedro Nuno Santos, de “nos prepararmos para escrever um novo capítulo no livro da governação do PS e do desenvolvimento do nosso país”, garantindo ter a ambição de ajudar Portugal a ser um país “mais desenvolvido, dinâmico e criativo”, de empresários e de trabalhadores “e onde ninguém é esquecido”, afirmação que acompanhou com a alusão ao facto de este ano se comemorarem os 50 anos do 25 de Abril de 1974.
[notícia atualizada às 16h08 com mais informação]