“Noite histórica em Versalhes“, assim que descreveu o Presidente da Lituânia a reunião que juntou os 27 líderes da Europa e que culminou com a aceitação da integração da Ucrânia na UE. “O processo [de adesão] já começou. Cabe agora aos ucranianos a sua rápida conclusão“, referiu o governante. 

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Os chefes de Estado e de Governo da UE iniciaram na quinta-feira, em Versalhes, França, uma cimeira de dois dias. “Depois de cinco horas de discussão acesa, os líderes da União Europeia aceitaram a integração da Ucrânia na UE“, descreveu o presidente da Lituânia.

Em comunicado, o Conselho Europeu elogiou “o povo da Ucrânia por sua coragem em defender seu país e nossos valores compartilhados de liberdade e democracia“, sublinhando que “Não vamos deixá-los sozinhos“. “A UE e os seus Estados-Membros continuarão a prestar apoio político, financeiro, material e humanitário coordenado“, acrescentando que darão todo o “apoio para a reconstrução de uma Ucrânia democrática assim que o ataque russo tiver cessado“. 

O Conselho Europeu “reconhece as aspirações europeias” da Ucrânia e promete “fortalecer os nossos laços e aprofundar a nossa parceria para apoiar a Ucrânia no seu caminho europeu”.

Lembrar que o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, assinou, a 28 de fevereiro, o pedido formal para a entrada do país na União Europeia (UE). À data, a Comissão Europeia abriu a porta à entrada da Ucrânia na UE, mas lembrou que, apesar do pedido de Kiev de um procedimento especial para integrar o país “sem demora”, o processo seria longo.