Catarina Silva e Juliana Ramalho são as vozes do grupo Maria Quê, que dá vida a canções de embalar tradicionais e que vai lançar agora um novo projeto chamado ‘Acalanto’.

Nascido em 2017, as Maria Quê começaram por ser “uma brincadeira” entre esta dupla que se conheceu na universidade do Minho.

Esta “brincadeira” foi evoluindo e, hoje, a estas duas vozes juntam-se mais elementos. Hélder Costa na produção e direção musical, sendo um dos impulsionadores na concretização de vários projetos, Rodrigo Peixoto na guitarra, Pedro Oliveira na percussão, Catarina Santos na flauta transversal e Diogo Cocharro no baixo.

‘Acalanto’ é o nome do novo projeto das Maria Quê. Apoiado pela DGArtes e levado a cabo pela Trago – Associação Cultural, vem no seguimento daquilo que o grupo já fazia antes, nomeadamente na recolha de temas tradicionais de embalar do mundo – Portugal, Itália, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Angola, Eslovénia, Hungria e Roménia, com a particularidade que estão a trabalhar em residência artística, que começou na quarta-feira e vai até sexta. A ideia é, nestes dias, poderem trabalhar nestes temas que foram recolhendo, para depois apresentarem num espetáculo musical.

As Maria Quê vão fazer três residências artísticas. A primeira já começou e o resultado final será apresentado no Theatro Club da Póvoa de Lanhoso, esta sexta-feira, dia 21 de janeiro, pelas 21h45. Depois, rumam a Paços de Ferreira, de 3 a 6 de fevereiro e, de seguida, visitam Idanha-a-Nova.

O Acalanto – Showcase será uma pequena amostra do percurso que as Maria Quê feito até ao momento. Um dos grandes objetivos é que este showcase permita ao grupo ter um espetáculo montado para apresentar em diversos lugares e, “a partir daí, com o espetáculo montado… é mundo fora!