A cidade de Viana do Castelo vai receber a 15.ª edição do Neopop Electronic Music Festival, entre os dias 10 e 13 de agosto.
Num cenário arrebatador, entalado entre o Forte de Santiago da Barra e os estaleiros na foz do Rio Lima, o Neopop Festival volta a apresentar uma programação diversa e inclusiva, dividida por dois palcos onde vão desfilar dezenas de artistas, entre nomes consagrados e talentos emergentes, num ambiente de comunhão em torno da música e da dança.
Denominada de A Capital do Techno, a cidade que alia a tradição à modernidade, abre-se de corpo e alma aos milhares de aficionados que, um pouco de todo o mundo, vêm celebrar a mais estimulante música electrónica, aproveitando a riqueza do seu património histórico e arquitectónico, a gastronomia extraordinária, as paisagens naturais, e as praias fluviais e atlânticas de cortar a respiração.
4 dias de comemoração que não vais querer perder
Os destaques desta 15.ª edição vão para Peggy Gou, ícone da moda e da cultura clubbing que a partir do legado techno e house construiu uma identidade única, assente no ecletismo e profundo conhecimento musical que honram a herança da música electrónica.
Richie Hawtin, o artista visionário, que ao longo dos últimos 30 anos tem estado na vanguarda da criação artística, definindo tendências e explorando os limites conceptuais do techno e suas variantes.
Honey Dijon, figura incontornável da actual cena house, onde o techno e disco têm portas abertas para se juntarem à festa.
Jeff Mills, o grande protagonista da segunda vaga do techno de Detroit, com prestações que elevam a música electrónica a patamares aos quais poucos a conseguiram colocar.
Mais de 60 actuações divididas por dois palcos
The Blessed Madonna, com os seus sets de energia contagiante, divagando pelo house, techno, disco e com passagens fugidias pela bass music.
Solomun, explorador das sonoridades deep e melódicas do house, techno e minimal, contagiando audiências globais abertas à descoberta.
Cobblestone Jazz live, o trio canadiano composto por Tyger Dhula, Mathew Jonson e Danuel Tate, que funde o jazz improvisado com a estética minimal dirigida à pista de dança.
Amelie Lens, com o seu techno intemporal de baixos pesados e batidas pujantes.
Loco Dice, artista que a partir do hip-hop trilhou caminhou ao encontro de um techno e house plenos de alma.
Dax J, com o seu techno robusto e vertiginoso, influenciado por toda uma cultura jungle/garage britânica.