O proprietário de duas moradias na Caniçada, em Vieira do Minho, demoliu as piscinas que tinha construído, depois da publicação de um despacho pela Câmara Municipal de Vieira do Minho, que dava conhecimento ao dono das referidas casas a intenção da autarquia de remover os espaços não licenciados.
Segundo avança o jornal O MINHO, o proprietário “antecipou-se face à intenção formalizada recentemente pelo presidente da Câmara de Vieira do Minho, António Cardoso, da autarquia tomar posse administrativa da parte não habitacional de ambas as casas, demolindo as piscinas“.
À margem do julgamento que está a decorrer no Palácio da Justiça de Braga, o advogado do proprietário explicou ao mesmo jornal que estando “as duas piscinas, uma em cada moradia, claramente fora das áreas onde não havia edificações antigas que permitiriam por isso reconstrução de novos espaços, as duas piscinas são as únicas que podiam ser demolidas, enquanto as outras áreas ainda estão em discussão judicial“.
Segundo o mesmo, a referida demolição só não ocorreu mais cedo, “porque o proprietário de ambas as moradias tinha obtido um parecer prévio positivo da Agência Portuguesa do Ambiente, mas sempre dependente de autorização da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento da Região Norte, a entidade que agora se pronunciou contra“.