Face às declarações do presidente da Câmara de Vieira do Minho, Filipe de Oliveira, sobre a situação dos Sapadores Florestais e da APOSC, a Comissão Política do PSD veio, em comunicado, “repor a verdade e denunciar o claro aproveitamento político de uma questão que exige responsabilidade, respeito e soluções concretas“.
De acordo com os sociais democratas, “é lamentável que se tente transformar um problema administrativo entre entidades públicas num palco de propaganda, em vez de se procurar resolver o que realmente importa: a remuneração dos trabalhadores que todos os dias defendem a Serra da Cabreira e o concelho de Vieira do Minho“.
Acrescentam que “Filipe de Oliveira, quando estava na oposição, votou sistematicamente contra todos os pedidos de apoio apresentados pela APOSC. O PS sempre foi contra as equipas de Sapadores Florestais. A Serra da Cabreira e a sua riqueza ambiental nunca foram prioridade para os socialistas. O presidente Filipe de Oliveira esteve sempre contra os incentivos dados aos agentes ligados à floresta, agricultura e pecuária“.
O comunicado do PSD, refere que “até 12 de outubro, data em que o anterior executivo cessou funções, todos os compromissos assumidos pela Associação estavam regularizados. Os executivos do PSD sempre estiveram ao lado dos sapadores e da defesa da floresta.“
O PSD recorda que, em 2013, recuperou “a única equipa de sapadores existente no concelho, que tinha sete meses de salários em atraso, situação herdada de um executivo socialista. Desde então, os executivos sociais democratas patrocinaram e apoiaram a criação de mais três equipas“.
Defendem que “À data de hoje, os salários dos Sapadores Florestais estão liquidados, o que desmente qualquer tentativa de alarmismo criada pelo presidente da Câmara, Filipe de Oliveira“, lamentando que “o autarca não tenha contactado o presidente da APOSC antes de se pronunciar publicamente, demonstrando falta de rigor e de verdadeira preocupação com a situação dos trabalhadores“.