O primeiro dia da guerra na Ucrânia ficou marcado pela morte de 137 ucranianos, segundo o último balanço do presidente Volodymyr Zelensky. Há ainda 316 feridos a registar. A fuga migratória dos ucranianos continua, com mais de 100 mil pessoas já terem chegado a países vizinhos. No entanto, o governo ucraniano emitiu um decreto que diz que os homens entre os 18 e os 60 anos estão proibidos de deixar o país, para de acordo com o presidente, “para garantir a defesa do Estado”.

Apesar das sanções de vários países do mundo à Rússia, as forças russas aproximam-se da capital Kiev e, durante esta madrugada, foram ouvidas várias explosões na região, causadas por disparos de defesa antiaérea para repelir um ataque de mísseis russos.

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O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, afirmou já que a Ucrânia está a defender-se sozinha, lamentando que as “forças mais poderosas do mundo estão a observar de longe” e sustentou que as sanções internacionais são insuficientes.

Muitos são os países que estão a avisar o presidente ucraniano que ele é um alvo para os russos e que devia sair do país, com a França a mostrar-se disponível para o receber. No entanto, Volodymyr Zelensky já fez saber que não vai fugir nem virar as costas ao seu país.

Também a população que não abandonou o país está a ser encaminhada para estações de metro e parques de estacionamento subterrâneos para se protegerem.

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