No mês de Novembro, nas Escolas Básicas do Agrupamento de Escolas Vieira de Araújo foi dinamizado o livro “Kiko e a Mão”, produzido pelo Conselho da Europa no âmbito do combate à violência sexual contra as crianças. A obra com diálogos pequenos e simples explica a regra “Aqui ninguém toca” às crianças, como forma de ensinar a diferença entre o ‘contacto físico bom’ e o ‘contacto físico mau’, explica a autarquia em comunicado.
Esta iniciativa assinalou o Dia Europeu da Proteção das Crianças contra a Exploração Sexual e o Abuso Sexual, celebrado a 18 de novembro, e foi promovida pela Comissão de Proteção de Crianças e Jovens de Vieira do Minho, em parceria com o Município, com o Agrupamento de Escolas Vieira de Araújo e com a Equipa Multidisciplinar Educativa. A edição de 2021 teve como tema “tornar o círculo de confiança verdadeiramente seguro para as crianças”.
De acordo com a Câmara Municipal de Vieira do Minho, esta abordagem constituiu-se “como uma ferramenta eficaz na prevenção da violência sexual“.
Segundo o Serviço Nacional de Saúde (SNS), o livro “Kiko e a Mão“, de 16 páginas, possui diálogos pequenos e muito simples e os desenhos representativos do que se quer transmitir. A “mensagem final é clara: nenhuma criança deve deixar que lhe toquem por baixo da roupa interior; se o fizerem, devem comunicá-lo a um adulto de confiança”, pode ler-se no website do SNS.
O livro “Kiko e a Mão” está disponível em versão online e é totalmente gratuito.
Cerca de uma em cada cinco crianças é vítima de violência sexual ou abuso sexual. Este livro foi produzido pelo Conselho da Europa no âmbito da Campanha «UMA em CINCO» de combate à violência sexual contra crianças. Esta história de adormecer explica a Regra “Aqui ninguém toca” às crianças, como forma de ensinar a diferença entre o contacto físico bom e o contacto físico mau.
O Dia Europeu da Proteção das Crianças contra a Exploração Sexual e o Abuso Sexual (18 de novembro) foi criado em 2015 por decisão do Conselho de Ministros do Conselho da Europa. O tema central da edição de 2021 foi “tornar o círculo de confiança verdadeiramente seguro para as crianças”.