António Cardoso confirmou que se recandidata ao cargo de presidente da câmara de Vieira do Minho nas eleições autárquicas e considerou que o próximo mandato “será muito marcado pelas consequências” da pandemia causada pelo novo coronavírus.

Em declarações à Lusa, depois de o PSD nacional ter divulgado o nome dos seus cabeças de lista a 77 câmaras, o atual presidente da Câmara de Vieira do Minho apontou como objetivos para um novo mandato “um novo Centro de Saúde, criar mais emprego, a distribuição de gás natural, mais obras de saneamento e reforçar a aposta no Turismo de forma a tornar Vieira do Minho destino preferencial”.

António Cardoso concorre pela terceira vez à autarquia e como balanço de quase oito anos como presidente da câmara salienta “a menor divida neste século, ou seja, nos últimos 20 anos”.

“A nossa dívida está em menos de metade do que estava quando cheguei à câmara e mesmo reduzindo a dívida foi feita obra e conseguimos executar até à data de hoje 95% do nosso caderno eleitoral”, apontou.

O próximo mandato, considerou o autarca, “vai ser marcado pelas consequências” da atual pandemia.

“Esta situação levou-nos a fazer um esforço além do que já fazíamos e muitas vezes a substituir o Estado Central naquilo que eram as suas obrigações”, referiu.

“Apesar da pandemia, que levou a que muita da nossa atividade fosse cancelada ou adiada, as obras de fundo não pararam, o que também contribuiu para travar a subida do desemprego, nomeadamente na construção civil, setor que tem um grande peso na nossa Economia concelhia”, salientou.

No entanto, lamentou António Cardoso, “a pandemia trouxe desemprego a Vieira do Minho, principalmente no setor da restauração e essa é um problema com que se terá que lidar”.