18 mil condutores fiscalizados, 310 com excesso de álcool, 89 detidos por conduzirem sem habilitação legal, 3873 contraordenações rodoviárias e 676 acidentes rodoviários, que resultaram em três vítimas mortais. É este o resultado da Operação Páscoa 2022, da GNR, que decorreu de 14 a 17 de abril nas estradas portuguesas.
Em comunicado, a GNR explica que dos 18 022 condutores fiscalizados, 310 conduziam com excesso de álcool e, destes, 186 foram detidos por conduzirem com uma taxa de álcool no sangue igual ou superior a 1,2 g/l. foram ainda detidas 89 pessoas por conduzirem sem habilitação legal;
Das 3873 contraordenações rodoviárias detetadas, destacam-se 2371 por excesso de velocidade; 300 por falta de inspeção periódica obrigatória; 78 por anomalias nos sistemas de iluminação e sinalização; 96 por uso indevido do telemóvel no exercício da condução; 179 por falta ou incorreta utilização do cinto de segurança e/ou sistema de retenção para crianças; 125 por falta de seguro de responsabilidade civil obrigatório.
Neste período, a GNR registou 676 acidentes rodoviários, de onde resultaram três vítimas mortais e 22 feridos graves. Um dos óbitos, um homem de 57 anos, aconteceu no concelho de Braga, no dia 14 de abril, na sequência de um despiste de velocípede; Um despiste de motociclo resultou numa vítima mortal, um homem de 57 anos, no dia 15 de abril, no concelho de Vila Real; No dia 16 de abril, no concelho de Monforte, um despiste de um ligeiro de passageiros, que resultou num ferido grave de dois anos e uma vítima mortal, um homem de 29 anos.
A Guarda aconselha a uma condução atenta, cautelosa e defensiva, para que o período festivo seja passado em segurança.
A GNR afirma que vai continuar a ter especial preocupação com os comportamentos de risco dos condutores, sobretudo os que ponham em causa a sua segurança e a de terceiros. Assim, os militares estarão particularmente atentos:
• A manobras perigosas;
• À correta sinalização e execução de manobras de ultrapassagem, de mudança de direção e de cedência de passagem;
• À utilização indevida do telemóvel;
• À condução sob a influência do álcool e substâncias psicotrópicas;
• Ao excesso de velocidade;
• À incorreta ou não utilização do cinto de segurança e/ou dos sistemas de retenção para crianças;
• Às condições de segurança dos veículos.