A cidade de Guimarães inaugurou, este sábado, um crematório, no Cemitério Municipal de Monchique, num investimento de 800 mil euros da Servilusa, no âmbito do concurso público lançado pela Câmara para a concessão da gestão do espaço, durante 25 anos.
O Crematório significa um investimento de 800 mil euros, ocupando um edifício de dois andares com 350 metros quadrados. De acordo com a Servilueva, o objetivo a realização de 740 cremações no primeiro ano de funcionamento.
As instalações têm capacidade de até cinco cremações por dia e, segundo Paulo Carreira, da Servilusa, surge para responder a uma “necessidade identificada” não só em Guimarães, como no distrito e na região do Minho.
Portugal passa agora a dispor de 37 crematórios: 33 no continente (10 são geridos pela Servilusa).

A unidade de Guimarães veio ocupar um edifício com 350 metros quadrados de área coberta, e conta ainda um com espaço exterior de 150 metros quadrados, para estacionamento e jardim.
O edifício de dois pisos com forno crematório possui uma entrada e uma zona técnica independente, permitindo desta forma que o acesso das viaturas funerárias, seja distinto do utilizado pelas famílias, que poderão acompanhar e fazer a despedida até ao último momento, do familiar ou amigo, através de um ecrã.

As principais valências de apoio ao serviço do novo crematório, como é já tradicional na rede da Servilusa, incluem espaços para Receção, Sala de Estar, Cafetaria, Capela Ecuménica, sala de Preparação de falecidos com câmara frigorifica e um Jardim da Memória ou Cendrário.
