O candidato do Partido Socialista à Câmara Municipal de Vieira do Minho, Filipe de Oliveira, considera que a requalificação das Estradas Nacionais (EN 103, 205 e 304) que atravessam o território o concelho, constitui uma prioridade estratégica para Vieira do Minho.

Sendo estradas estreitas e perigosas (com um traçado sinuoso, piso degradado, declives acentuados… e sem de faixas de ultrapassagem, em quase toda a sua extensão), a sua requalificação é um imperativo de necessidade prioritário e urgente “para sairmos do isolamento e do atraso em que nos encontramos…, ensejo que os últimos 3 executivos municipais nem sequer tentaram“.

Estas três vias, devidamente requalificadas (em que a 103 assegura a ligação de Braga a Montalegre, a 205 liga a Póvoa de Lanhoso a Cabeceiras de Basto e, por sua vez, a 304 assegura a ligação entre ambas, atravessando o concelho), “permitirão, a todos os vieirenses, melhor mobilidade interna e uma mobilidade externa mais rápida, confortável e segura“, quer via Braga (através da auto estrada – A 3), quer via Guimarães (através da autoestrada – A 7).

Com efeito, sendo a mobilidade uma condição fundamental para o progresso, as acessibilidades são um dos pilares estruturais para o desenvolvimento económico e social de qualquer município e determinam os destinos de sua comunidade, refere o Filipe de Oliveira, considerando que a requalificação destas 3 estradas, irá contribuir para que haja maior proximidade aos grandes centros, ao país e ao mundo: “mais turismo… mais investimento… mais empresas… mais riqueza… mais população residente e mais progresso“.

Tratando-se de um objetivo estratégico de grande envergadura, Filipe de Oliveira “já deu o primeiro passo“, ao reunir com os presidentes de Câmara de Póvoa de Lanhoso, de Cabeceiras de Basto, de Fafe e de Montalegre, para criar uma frente comum e exigir a intervenção da “Infraestruturas de Portugalˮ.

O nosso objetivo é claro: mobilizar o poder central para modernizar estas vias essenciais que servem o nosso concelho. É tempo de acabar com o isolamento e abrir as portas ao desenvolvimentoˮ, afirma Filipe de Oliveira.